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sem titulo

1 de setembro de 2010 · 1000

sem titulo

Comentários (8)

r 2010-08-31 20:00

Bravo, muito bonito o gesto e o resultado.

bemsalgado 2010-08-31 23:21

Deixas-me nokeado.

bemsalgado 2010-09-01 02:24

E corrige Luis, o comentarista, o/a remova razão para Luís com isso que, o fotógrafo, ser dado isto dado um tipo qualquer um, para as quatro estupidezes que ele partiu aqui abandonadas em um comentário, escondido no anonimity, e dando teste uma audácia insuportável que a coisa comprova é a possuidora de uma ignorância para estar sem limites que é ao saque a descoberto assim que ele abra a boca?

bemsalgado 2010-09-02 14:39

Qué coisas eu disse ahí acima!

Tú percebes-te cualquer coisa?

Juro por Ala que nâo estaba bébedo.
Só comocionado pela tua composiçâo, e desconcertado pelas palavras que lí, a mim dirijidas, cinco andares mais abaixo, por ese malandro do mausalgado.
O feito de tu as teres eliminado de aí, muito ao teu pessar porque sei dos teus principios, fez-me comprender que tu tambem nâo concordavas co que ele disse, e isso deume alivio.

Con esta janela que compuses-te, tenho a impresâo de ter sido acolhido baixo o teu Céu.
E agradeço inorme, como nâo fazes idea.

Fica-me uma dúbida, ao ver o céu con que me cobres acima logo a seguir.

Serâo as nuvens cinzentas, ou a deusa que nel aparesce, a parte de Céu que a mim corresponde?

Um abraço, amigo

Luis 2010-09-02 14:49

bom, por onde começo?

primeiro abraço-te, amigo

segundo, bêbado é a única forma de se conseguir estar neste mundo. Ou pelo menos a experiência, diz-me que quando bêbado um mundo desinteressante torna-se outro. Com os teus carros de bois.

infelizmente a merda de terra onde tentei não voltar hoje agarrou-me
mas voltarei

Luis 2010-09-02 15:51

voltei por momentos
não me vou dar ao trabalho de pôr as letras que faltam ao post anterior

afinal vou

Com os teu carros de bois-> Como os teus carros de bois


infelizmente a merda de terra onde tentei não voltar hoje agarrou-me->infelizmente a merda de terra onde hoje tentei não voltar, agarrou-me

continuando, não apaguei o mal salgado. o máximo que consigo fazer intencionalmente, é esquecer. e nem sempre.

o mal salgado ter-se evaporado (pelos vistos) salvou-me o dilema de ter um bem e um mal salgado no meu simples blog.

vou já lançar isto não vá a tecnologia pregar-me uma partida

Luis 2010-09-02 15:58

É um céu azul. Sem nuvens.

Hellag 2010-11-03 21:58

bem imaginadas, as "originais vi-as no Desafios, excelentes composições e ideias:)
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